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As Mulheres Traem Tanto Quanto os Homens, Atualmente

A ideia de que os homens são mais infiéis do que as mulheres já não é uma percepção tão apurada nos dias de hoje. Entre os mais novos, a porcentagem daqueles que assumem que traem costuma ser bem parecida nos dois sexos.
infidelidade femininaA traição entre homens e mulheres é similar nos casais jovens, exceto em países asiáticos, onde o valor da mulher é baseado na pequena quantidade de experiências sexuais ou virgindade”, explica a pesquisadora Pepper Schwartz, professora de Sociologia da Universidade de Washington, nos Estados Unidos.

O pensamento de que os homens são os infiéis das relações já está mudando. Entre os jovens, a porcentagem dos “traidores assumidos” já é bem próxima. No Brasil, os dados comprovam a opinião da professora norte-americana. Nos homens acima dos 60 anos, 66,2% admitiram ter sido infiéis ao menos uma vez na vida contra 21% das mulheres, revelaram dados do levantamento Mosaico Brasil, onde 8.200 pessoas foram entrevistadas em 2008.

Em pesquisas no site Ashley Madison, segundo Eduardo Borges, fazer sexo com uma mulher mais jovem é o desejo número um dos homens cadastrados. Entre o público feminino, os grandes motivos para a traição, além do sexo, vão desde vingança à necessidade de afeto. Mesmo estando se igualando em números, pelo menos entre as novas gerações, as traições não são vistas da mesma forma em ambos os sexos.

“A infidelidade masculina ainda é mais aceita do que a feminina, pois quando o homem trai isso é considerado normal”, diz Maria Silvério. Já as puladas de cerca das mulheres nem sempre são socialmente perdoáveis como a dos homens. “O peso de ser ‘corno’ no Brasil ainda atua com muita força sobre os homens, como uma ameaça à masculinidade”, explica a antropóloga.
Pulando-cercaEnquanto nos homens ele atinge um teto, fazendo com que gerações de marmanjos se satisfaçam com sexo, futebol e cerveja, nas mulheres ‘o céu é o limite’, ou seja, quanto mais acesso ela tiver a situações de prazer, mais ela vai querer, segundo o estudo.

“O sistema de recompensa é o que faz a gente querer interagir com a novidade. A sociedade de hoje, que pulveriza estímulos, ativa mais esse sistema e, nas mulheres que são mais suscetíveis, o sistema embasa a sua mudança cultural”, afirma o psiquiatra Diogo Lara, professor de psiquiatria da PUC-RS, especialista em neurobiologia.

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